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O Álbum de figurinhas oficial da Copa do Mundo Fifa Rússia 2018 está levando a garotada e seus pais para uma corrida às bancas de jornais, principalmente no Brasil, que é o maior consumidor de cromos entre os 92 países que tem a coleção à venda. A Panini não costuma revelar os números do negócio, mas o Brasil consome mais que o dobro do segundo colocado, a Alemanha, atual campeã do mundo. “O Brasil é um fenômeno e vem crescendo”, explica José Eduardo Martins, presidente da Panini Brasil.

Neste domingo, o leitor do Estadão que comprar o jornal na cidade de São Paulo ou no interior do Estado receberá gratuitamente o álbum encartado na publicação para iniciar sua coleção. A promoção não inclui os assinantes, que já receberam em casa o material no último domingo. Como a procura no Brasil já era esperada, a fábrica de figurinhas em Barueri trabalha a todo vapor. “Nós programamos a fábrica e fizemos um investimento grande para dar conta dessa capacidade”, continua.

Os números da operação são grandiosos. São 8 milhões de pacotes de figurinhas produzidos por dia, sendo 40 milhões de figurinhas no total. Esse ritmo deve seguir até o dia 20 de abril. A tiragem inicial de álbum só para o Brasil é de 7 milhões. No mundo, a produção estimada é de 1,2 bilhão de envelopes e 57 milhões do álbum.

De Barueri, o material é enviado para toda América Latina. Na Europa, a fábrica da Panini da Itália também tem um grande poder de produção. A ausência do país na Copa do Mundo da Rússia é sentida, mas os italianos costumam consumir mais as coleções locais. A venda de figurinhas na Itália na última Copa variou entre 12 a 15 milhões de envelopes. Para se ter uma ideia, no Campeonato Italiano são vendidos 90 milhões de pacotinhos.

 

Com Estadão

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