Image Ricardo_Coutinho-696x465

A criação de uma guarda especial para ex-governadores foi o assunto da área política no estado na quarta-feira (4). Porém, o governador Ricardo Coutinho (PSB) se recusou a tratar do tema. Já nesta quinta-feira (5), ele comentou sobre a repercussão da guarda entre os ex-governadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (MDB), que criticaram a sanção do projeto.

“Cássio não, porque Cássio é malandro. Faz a política do disse me disse. Mas Maranhão, com certeza, foi iludido por uma criação midiática”, afirmou Ricardo Coutinho.

Ao seguir comentando sobre a repercussão do assunto, o governador, que já vinha em tom ferino, apimentou o discurso e fez um resgate histórico da política paraibana para justificar a guarda especial a ex-governadores. “Agora tu imagina bem, pegando um pouco da história, se o ex-governador Tarcísio de Miranda Burity tivesse um segurança, talvez não teria sofrido o atentado que sofreu”, declarou. Ricardo fez alusão ao caso onde, em 1993, o então governador Ronaldo Cunha Lima, pai do senador Cássio Cunha Lima, atirou contra seu adversário político, o seu antecessor Tarcísio Burity.

Questionado se seguiria entregando o pacote de obras do Governo do Estado até dezembro, numa tentativa da imprensa em saber se ele deixa ou fica no Palácio da Redenção, ao risos, ele disse: “Eu vou dar essa resposta amanhã”.

Conforme Ricardo, até para tomar uma decisão dessa ele está pensando ao longo dos dias. Também revelou que deve conversar com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, sobre o assunto nesta quinta-feira. “Vou conversar hoje, quando recebo o presidente nacional do PSB, que participa da despedida de João Azevêdo no nosso grande encontro. Amanhã faço um pronunciamento”, disse.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here