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O  vereador Lucas Ribeiro (Progressistas) votou favoravelmente nesta terça-feira, 19, ao Projeto de Lei que institui a proibição do ensino da chamada “ideologia de gênero” nas escolas de Campina Grande.

Ele lembrou que, diferentemente do que afirmam alguns segmentos, a medida não representa um ato de repressão à liberdade de qualquer grupo da sociedade, mas, sim, a proteção ao legítimo direito das crianças e das famílias.

De acordo com Lucas, ao contrário do que apregoam os defensores da “ideologia de gênero”, o projeto votado nesta terça-feira não é inconstitucional, nem tampouco fere princípios relativos à liberdade de expressão ou aos direitos humanos.

“Pelo contrário, a forma como determinados grupos pretendem levar essa temática para a sala de aula, inclusive impondo sua cosmovisão sobre o tema a crianças, é que fere a Constituição Federal e os direitos humanos”, disse.

Para Lucas Ribeiro, a sala de aula não pode se tornar um ambiente onde o Estado, através dos professores, assume o controle da formação das crianças, passando por cima do poder dos pais, poder este previsto na legislação pátria e igualmente assegurado em diversos tratados internacionais de direitos humanos.

“Tem havido um esforço por parte dos defensores da ideologia de gênero para reduzir o argumento daqueles que são contra essa prática, num tom que muitas vezes revela uma exacerbada discriminação religiosa. No entanto, para além de valores morais, temos um forte respaldo das leis e dos tratados de direitos humanos contra esse tipo de imposição que pretendem implementar”, comentou.

O vereador destacou que a discussão sobre a matéria rendeu uma importante manifestação popular e disse esperar, inclusive, que esse engajamento seja visto em outros momentos e pautas.

“Grupos com opiniões diversas puderam se expressar. De toda forma, é nítida a rejeição da ampla maioria dos brasileiros ao ensino da ideologia de gênero dentro das escolas, e essa posição precisa ser respeitada pelo parlamento, que representa o povo”, ponderou.

Lucas lembrou ainda que o veto à “ideologia de gênero” nas escolas não significa ser contra ações que promovam o respeito a todas as pessoas, independente de etnia, gênero, opção sexual, preferência política, credo religioso ou qualquer particularidade.

“O que deve ser propagado é o respeito de todos por todos, uma cultura de amor ao próximo, mas nunca qualquer tipo de imposição ideológica que fira direitos e valores”, complementou.

 

Com Paraibaonline