Image cassio

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB), durante entrevista à Rádio Campina FM, disse que não sente falta de coordenação no processo de coligação do PV e PSDB para o governo do Estado, nas eleições deste ano.

Para ele, o que está acontecendo é que há uma frieza pelas circunstâncias atuais não só na Paraíba, mas no Brasil inteiro, devido a Copa do Mundo e os festejos juninos, mas que continuam dialogando com o campo da oposição, para enfrentar o atual governo.

– Os principais problemas da Paraíba são a saúde, a segurança pública, a falta de geração de empregos, porque o atual governo cometeu muitos erros devido aos aumentos tributários que têm sacrificado a indústria, o comércio e gerando o desemprego. A perseguição aos municípios. Uma cidade como Campina Grande não pode ser riscada do Estado, como tem sido feita nesses oito anos, vendo ser atingido seu principal patrimônio que é a UEPB. Nesse tempo, Campina Grande não teve sequer um convênio com o Estado, que sequer repassa o que é obrigatório da contrapartida para a UPA, Samu, Farmácia Básica. São mais de R$ 12 milhões que o governo do Estado deve à prefeitura de Campina Grande – criticou.

Cássio ainda comentou sobre a presença da esposa do prefeito de Campina Grande, Micheline Rodrigues, na chapa majoritária como pré-candidata a vice. De acordo com ele, foi uma escolha importante para a chapa.

– Ela trabalha na área de saúde, é uma mulher dedicada à família, tem dois filhos e é a participação efetiva de Romero no processo eleitoral, é a representação de Campina Grande. Esperamos que Micheline faça por Campina Grande o que Lígia Feliciano não conseguiu fazer, pois apesar de ter seu trabalho feito, sempre foi desprestigiada como vice. Micheline vai, com certeza, contribuir muito para que Campina volte ao mapa do Estado – disse.

 

Com Paraibaonline