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Dez dias após dizer que “estava pronto” para assumir a missão de ser o vice de Jair Bolsonaro (PSL), o general Augusto Heleno (PRP), que desistiu de concorrer, atacou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Vejo com muita preocupação as decisões que são tomadas apenas para o Lula. O que foge de lei é manobra, é artifício, conchavo para favorecer a candidatura de um condenado em segunda instância, preso e inelegível”, afirmou o militar de reserva. O general Heleno é considerado um importante aliado de Bolsonaro nos bastidores.

Atualmente, os nomes mais cotados para vice-presidente num eventual governo do parlamentar são o do astronauta Marcos Pontes e do príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Ainda assim, a advogada Janaína Paschoal segue como opção para ocupar o cargo. Ela foi uma das profissionais que protocolou a ação que resultou no impeachment de Dilma Rousseff (PT) em 2016.

Bolsonaro é um dos candidatos com menos dinheiro e menos tempo de tevê. No cofrinho do PSL há pouco mais de R$ 9 milhões do Fundo Eleitoral, cifra considerada irrisória quando comparada às do MDB e do PT, por exemplo, com mais de R$ 200 milhões cada. No rádio e na tevê, o parlamentar terá cerca de 7 segundos diários, o suficiente, talvez, para apenas uma inserção. O número de inserções de Geraldo Alckmin (PSDB) pode chegar a 15 por dia.

 

Com Estado de Minas