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O Ministério Público do Trabalho interditou, nesta sexta-feira, 10, a empresa ASA Indústria e Comércio Ltda, onde aconteceu um rompimento de um silo de milho, na manhã da última quarta-feira, 8, deixando duas vítimas soterradas, tendo uma delas ido a óbito.

Segundo o promotor Raulino Maracajá, a empresa já responde a uma ação, ajuizada por ele, na Justiça, em relação as medidas de segurança no maquinário e de proteção aos trabalhadores.

– A fábrica já está interditada. Os próximos passos a serem feitos pela fábrica é o pedido de uma desinterdição temporária para a retirada do milho no local, pois não há como mais retirar pelo maquinário. Após retirar o produto, a empresa terá que fazer uma análise nos outros dois silos, um que está vazio e o outro que está com 70% da capacidade. Também terá que fazer uma análise estrutural do prédio. Após todos esses laudos, que terá que ser feito pela própria empresa, é que o Ministério irá analisar se haverá uma desinterdição – comentou.

Em relação a indenização aos familiares da vítima que veio a óbito, o promotor frisou que a família pode entrar em acordo com a empresa, ou requerer na Justiça.