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Dos 615 candidatos que colocaram o nome à disposição dos partidos para disputar as eleições, neste ano, 47 deles já foram descartados pela Justiça Eleitoral. A lista inclui os postulantes que tiveram o registro indeferido e os que, pelos mais diversos motivos, desistiram das eleições. O número de “rejeitados” ainda pode subir, porque cinco registros foram indeferidos e os postulantes recorreram. Há ainda os casos de 64 outros cujo registro ainda estão na fila de julgamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Os casos precisam ser apreciados para que os nomes possam constar nas urnas.

Esta segunda-feira (17) foi o último dia para que os partidos efetuassem a substituição de candidatos. Na Paraíba, o primeiro suplente de Veneziano Vital do Rêgo (PSB), na disputa pelo Senado, foi substituído. Saiu João Teodoro (DEM) para a entrada do ex-senador Ney Suassuna (PRB). Todos os candidatos ao governo da Paraíba tiveram o registro de candidatura deferidos. Com isso, vão para a disputa João Azevêdo (PSB), José Maranhão (MDB), Lucélio Cartaxo (PV), Rama Dantas (PSTU) e Tárcio Teixeira (Psol). Dos candidatos ao Senado, apenas Roberto Paulino (MDB) espera pelo julgamento do registro.

Estão confirmados para a disputa do Senado Cássio Cunha Lima (PSDB), Daniella Ribeiro (PP), Luiz Couto (PT), Nelson Júnior (Psol), Nivaldo Mangueira (Psol) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB).

Nacional

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou na noite desta segunda-feira o Sistema de Registro de Candidaturas (Cand) relativo aos candidatos a presidente e vice-presidente da República que disputarão as eleições de outubro. Com isso, os dados foram gerados para que sejam inseridos nas urnas pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), que são os responsáveis pela carga das máquinas. As eleições de outubro terão 13 candidatos a presidente da República: Álvaro Dias, Cabo Daciolo, Ciro Gomes, Eymael, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro, João Amoêdo, João Goulart Filho, Marina Silva e Vera Lúcia.

O candidato Fernando Haddad, da Coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PC do B/PROS), e sua candidata a vice, Manuela D’Ávila, foram atestados como aptos a terem seus nomes inseridos nas urnas, a despeito de estar pendente de julgamento o registro de candidatura da chapa. A circunstância decorre do fato de disputarem o pleito em substituição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro indeferido. O prazo para impugnação do registro da chapa se encerra nesta terça-feira (18), às 23h59. Até o momento, não houve impugnações.

De acordo com o coordenador de Sistemas Eleitorais do TSE, José Melo, agora todos os 27 TREs terão de fazer o mesmo procedimento e fechar o Cand com relação aos candidatos a deputado federal, estadual e distrital, senador e governador. Não há um prazo legal para isso, mas a pressa tem a ver com a logística de distribuição das urnas. O TRE do Distrito Federal, por exemplo, tem pressa porque é o responsável por enviar as urnas que serão utilizadas no exterior. Nos TREs do Amazonas e do Pará, por sua vez, a pressa é necessária em razão do transporte das urnas para localidades isoladas, o que demanda tempo.

Participaram do fechamento do Cand o secretário-geral do TSE, Estêvão Waterloo; o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino; e o secretário Judiciário, Fernando Maciel de Alencastro.

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Esta segunda-feira (17) foi o último dia para que os partidos efetuassem a substituição de candidatos. Na Paraíba, o primeiro suplente de Veneziano Vital do Rêgo (PSB), na disputa pelo Senado, foi substituído. Saiu João Teodoro (DEM) para a entrada do ex-senador Ney Suassuna (PRB). Todos os candidatos ao governo da Paraíba tiveram o registro de candidatura deferidos. Com isso, vão para a disputa João Azevêdo (PSB), José Maranhão (MDB), Lucélio Cartaxo (PV), Rama Dantas (PSTU) e Tárcio Teixeira (Psol). Dos candidatos ao Senado, apenas Roberto Paulino (MDB) espera pelo julgamento do registro.

Estão confirmados para a disputa do Senado Cássio Cunha Lima (PSDB), Daniella Ribeiro (PP), Luiz Couto (PT), Nelson Júnior (Psol), Nivaldo Mangueira (Psol) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB).

Nacional

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou na noite desta segunda-feira o Sistema de Registro de Candidaturas (Cand) relativo aos candidatos a presidente e vice-presidente da República que disputarão as eleições de outubro. Com isso, os dados foram gerados para que sejam inseridos nas urnas pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), que são os responsáveis pela carga das máquinas. As eleições de outubro terão 13 candidatos a presidente da República: Álvaro Dias, Cabo Daciolo, Ciro Gomes, Eymael, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro, João Amoêdo, João Goulart Filho, Marina Silva e Vera Lúcia.

O candidato Fernando Haddad, da Coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PC do B/PROS), e sua candidata a vice, Manuela D’Ávila, foram atestados como aptos a terem seus nomes inseridos nas urnas, a despeito de estar pendente de julgamento o registro de candidatura da chapa. A circunstância decorre do fato de disputarem o pleito em substituição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro indeferido. O prazo para impugnação do registro da chapa se encerra nesta terça-feira (18), às 23h59. Até o momento, não houve impugnações.

De acordo com o coordenador de Sistemas Eleitorais do TSE, José Melo, agora todos os 27 TREs terão de fazer o mesmo procedimento e fechar o Cand com relação aos candidatos a deputado federal, estadual e distrital, senador e governador. Não há um prazo legal para isso, mas a pressa tem a ver com a logística de distribuição das urnas. O TRE do Distrito Federal, por exemplo, tem pressa porque é o responsável por enviar as urnas que serão utilizadas no exterior. Nos TREs do Amazonas e do Pará, por sua vez, a pressa é necessária em razão do transporte das urnas para localidades isoladas, o que demanda tempo.

Participaram do fechamento do Cand o secretário-geral do TSE, Estêvão Waterloo; o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino; e o secretário Judiciário, Fernando Maciel de Alencastro.