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Em seu depoimento à força-tarefa da Greenfield, já na condição de delator, Antonio Palocci contou sobre vantagens ilícitas recebidas pelos presidentes dos fundos de pensão.

Ele cita Ricardo Flores e Sérgio Rosa, da Previ; além de Wagner Pinheiro (Petros) e Guilherme Lacerda (Funcef).

“Ricardo Flores aceitava propina (…) ganhou um apartamento em Recife e outro em Miami”, disse Palocci.

Segundo o ex-ministro, que fez a compra foi o publicitário André Gustavo, da Arcos Comunicação, preso com Aldemir Bendine no esquema envolvendo a Odebrecht.

“A empresa OAS pagou ele por outro empreendimento na Previ. Era costumeiro receber vantagens pelo Ricardo Flores.”

Palocci também diz que Wagner Pinheiro recebia propina “através do (Luiz) Gushiken” e que Guilherme Lacerda “pedia vantagens para empresas ligadas ao FIP Sondas e outras”.

Ainda segundo Palocci, Sérgio Rosa, que antecedeu Flores na Previ, abriu uma consultoria e recebeu recursos de diversas empresas do pré-sal, mas não soube dizer que se haveria relação.

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