Para o presidente do PT/PB, o acidente com o cavalo na posse de Bolsonaro foi obra de OGUM - image OGUM-696x463 on https://antv.news

O presidente do Diretório Nacional do PT na Paraíba, Jackson Macêdo, disse nesta quinta-feira (3) que o acidente com um cavalo que ocorreu na posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi obra de Ogum.

A declaração do petista foi feita em postagem na tarde de hoje no Instagram.

“A minha fé diz que não foi um acaso. O ano é de Ogum e a lua é de Jorge. Jorge foi um capitão do exército romano durante o regime do imperador Diocleciano. Converteu-se ao cristianismo e lutou pela verdade que ele acreditava. Este não é um debate dogmático sobre fé ou religião. Debato a certeza de que 2019 será um ano de muita luta, resistência e guerra contra a opressão , a tortura, o ódio , rancor , homofobia , etc que tanto Jesus combateu na luta contra o império. Que o ano de Ogum seja o ano da resistência para o povo do nosso país! Salve meu pai ! Salve guerreiro da capadócia! Ogunhê !!!!”, escreveu ele na postagem.

Quem é Ogum 

Ogum é um orixá e segundo a mitologia iorubá representa a guerra, a agricultura, o ferro, a tecnologia. É o símbolo do guerreiro, que nada teme, e não desiste, diante dos obstáculos. Ogum foi o principal orixá a descer do céu para a terra, após a criação, por isso é considerado um semideus.

A história de Ogum, bem como de todos os Orixás trazidos pelos escravos, como todos sabem, foi proibida no passado, em mais uma das inúmeras tentativas de afogar a cultura e a religião dos negros. O Orixá guerreiro teve que ser escondido, maquiado, substituído por outro, cuja identidade, tão forte quanto o dele próprio, o substituiu em várias partes do Brasil, sobretudo na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, e se tornou um dos santos católicos de devoção de maior expressão do povo negro do Brasil, o São Jorge.

O ano de 2019 é ano regido por Ogum, segundo a crença. É um período de muita luta, mas também de força de vontade, iniciativa e conquistas. Decisões difíceis de serem tomadas podem ser, finalmente, resolvidas em 2019.

Via Click PB